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Testemunhas de Jeová ou de Jesus? O que a Biblia Realmente Ensina?

Viemos através deste estudo, analisar com base nas Escrituras, quem são as testemunhas de Deus, pedimos que você leia todo este estudo, e analise com a mesma prudência a qual tiveram o bereanos:

"Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." Atos 17:11.

Isaías 43:10-12"Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR, e o meu servo, a quem escolhi; para que o saibas, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não Salvador. Eu anunciei, e eu salvei, e eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR; eu sou Deus."

Na citação acima, percebemos que somos testemunhas do Senhor, ora a Bíblia diz que Jesus é o Senhor (Atos 04:33; 07:59/Judas 01:04; etc), logo, quem falou em Isaías 43:10, foi Jesus, visto que Ele é o Senhor. Na citação acima, ainda disse que fora Dele não há outro deus, e a Bíblia diz que Jesus é o verdadeiro Deus (I João 05:20/ João 20:28). Logo, devemos ser Testemunhas de Jesus!

As testemunhas de Jeová dizem que Jesus seria um deus, mas, quando a Bíblia se refere a um deus, fala de falsos deuses, ídolos, e até mesmo a satanás, um falso deus (II Coríntios 04:04). Ora, se Jesus fosse um deus, seria igual a satanás, pois este sim é um deus falso; ou até mesmo comparam Jesus a um ídolo, ao rebaixarem Ele, comparando-O com um deus. Responde-me as Testemunhas de Jeová: Que Deus é Jesus? Um falso deus assim como satanás e os ídolos? Se Jesus é um falso deus, por que vocês oram a Jeová pelo intermédio de Jesus? Por que dizem ser Jesus a maior criatura, a qual merece reverencia?

Por outro lado, se Jesus não é um falso deus, então definam-se, pois se Ele não é falso, Ele é Deus verdadeiro, e assim vocês concluem, por que modificaram a citação de João 01:01, colocando-O como um deus? Algo está errado, pois a própria Tradução do Novo Mundo, diz que Jesus é o Deus verdadeiro e a vida eterna (I João 05:20, veja também João 20:28, e Isaías 09:06). Nestas citações, Jesus aparece como Deus, com "D" maiúsculo. A Bíblia diz que há um só Deus verdadeiro (Isaías 43:10-12), logo, se Jesus é Deus, Ele é Deus, e não um deus! Se Jesus Deus e Senhor, logo, devemos ser Testemunhas de Jesus, vejamos isso na Bíblia:

* Os discípulos testificaram de Jesus - "Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas." Atos 02:32. O próprio Jesus disse que eles seriam testemunhas Dele mesmo:

" Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra." Atos 01:08.

E por fim, mais uma citação - "e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio." João 15:27.

Logo, os discípulos eram Testemunhas de Jesus!

* O Espírito Santo testemunhou e testemunha de Jesus - "Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio." João 15:26.

Só nesta citação, já podemos ver que o Espírito Santo e os discípulos eram Testemunhas de Jesus!

* O Pai testemunhou de Jesus - "O Pai, que me enviou, esse mesmo é que tem dado testemunho de mim." João 05:37.

Se você duvida que até o próprio Pai é testemunha de Jesus, confira em sua Bíblia a citação acima, você poderá ler: "Também o próprio Pai que me enviou tem dado testemunho de mim" João 05:37.

Jesus confirmou isso, em João 05:31-32 - "Se eu testifico a respeito de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Outro é o que testifica a meu respeito, e sei que é verdadeiro o testemunho que ele dá de mim."

"Eu testifico de mim mesmo, e o Pai, que me enviou, também testifica de mim." João 08:18.

Com estas citações, ficou claro compreender que o próprio Pai é Testemunha de Jesus!

As Testemunhas de Jeová, ao lerem tais citações, poderão tentar fugir do tema, perguntando o seguinte: "Jesus foi enviado, como lemos em João 05:37, quem é maior, o enviado, ou quem envia?" Esse raciocínio a princípio parece coerente, mas, depois de analisar as escrituras, compreendemos que o enviado não é menor que aquele que o enviou:

"Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei." João 16:07.

Aqui, encontramos Jesus anunciando que Ele foi e enviou o Espírito Santo (a força ativa de Deus, segundo as TJ). Ora, apliquemos um raciocínio mais fundado: Seria Jesus (uma criatura segundo as TJ), maior que o Espírito de Deus só por que Jesus enviou o Espírito de Deus? Seria uma criatura maior que o poder ativo de Jeová?

O fato de Jesus ter sido enviado pelo Pai, não indica que Ele era menor que o Pai. Os discípulos, certa vez, enviaram Pedro e João para Samaria (Atos 08:14), seriam Pedro e João menores que os outros discípulos? Paulo e Silas também foram enviados (Atos 17:10). Raciocinemos novamente: Seria Jesus, uma criatura ao ver das TJ, maior que o poder ativo de Jeová? Certamente que não! Mas Jesus enviou o Espírito Santo, e nem por isso Ele é superior ao Espírito de Deus, nem tampouco, o Pai é maior que Ele pelo fato Dele ter sido enviado. Veja também João 15:26, no qual Jesus afirma que Ele realmente seria que enviaria o Espírito Santo, e que Ele seria testemunha de Jesus (João 15:26)!

Jesus é menor que o Pai? : "Ouvistes o que eu vos disse: vou e venho para vós. Se me amásseis, certamente, exultaríeis por ter dito: vou para o Pai, porque o Pai é maior do que eu." João 14:28.

Jesus, quando disse isso, ainda estava na terra como Homem, então, logicamente o Pai era maior que Ele, mas agora, Jesus está revestido de poder e autoridade, sendo Ele igual ao Pai, confira: Mateus 28:18/ Filipenses 02:09-10.

O capítulo 05 de João, é realmente um pedra no sapato das Testemunhas de Jeová. Já vimos que em João 05:31-32 e 05:37 que o próprio Pai é testemunhas de Jesus. No versículo 23, lemos:

"para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai, que o enviou." João 05:23.

Assim como o Pai é honrado, Jesus é honrado. Se o Pai é louvado, glorificado, adorado, Jesus também deve ser, pois quem não honra ao Filho, tal como honra ao Pai, na verdade não está honrando ao Pai (João 05:23).

Falsas Testemunhas

A Bíblia, além de falar das Testemunhas de Jesus, fala também de falsas testemunhas, vejamos como eles agem:

"A testemunha de Belial escarnece do juízo, e a boca dos ímpios engole a iniqüidade. Preparados estão os juízos para os escarnecedores e os açoites para as costas dos tolos." Provérbios 19:28-29.

As testemunhas de Jeová, não acreditam no inferno de fogo, nem que os condenados sofrerão a eternidade, e quando alguém diz o contrário a eles, logo escarnecem deste juízo, justamente conforme Provérbios 19:28, logo, a Bíblia não chama a estes de Testemunhas de Jeová, mas de testemunhas de Belial.

"A testemunha verdadeira não mentirá, mas a testemunha falsa se desboca em mentiras. A testemunha verdadeira livra as almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador." Provérbios 14:05-25.

Na citação acima, diz que há falsas testemunhas, as quais não livram as almas, mas que só enganam. As Testemunhas de Jeová, não oferecem o céu as almas, não oferecem uma novidade de vida, e nem acreditam que possam "nascer de novo", isto é, não acreditam que podem ter uma vida com intimidade com Deus, pela mediação em Cristo. Mas. A Bíblia diz:

"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus." João 03:05.

Perceba que Jesus não falou de reencarnação, pois Ele não disse para nascer da carne, mas nascer pelo Espírito Santo - " O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito." João 03:06.

Características das falsas testemunhas

Já vimos que as falsas testemunhas não oferecem um livramento para as almas, vejamos agora outras características das falsas testemunhas.

As falsas testemunhas dizem que Jesus não ressuscitou no mesmo corpo, mas que teria ressuscitado somente em espírito (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra- páginas 143-145, parágrafos 6-10).

Mas as Verdadeiras testemunhas anunciam que Cristo ressuscitou sim, e que o corpo Dele não foi escondido, ou que esteja morto, assim como dizem as Testemunhas de Jeová!

A Bíblia diz: "E dessas coisas sois vós testemunhas." Lucas 24:48. Que coisas são estas? Vamos ler o contexto:

"Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; tocai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho." Lucas 24:39.

A Bíblia diz então que Jesus não ressuscitou só em espírito, "...pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho." Lucas 24:39.

Logo, as testemunhas que dizem que Cristo não teria ressuscitado em corpo, são falsas testemunhas.

Na revista DESPERTAI!, de 22/12/1984, página 20, os líderes das Testemunhas de Jeová fizeram a seguinte declaração: "... Jesus de Nazaré, não mais existe. Foi morto em 33 EC " - EC: Era Cristã.

Já a Bíblia diz que o Nazareno está vivo sim!

O Nazareno vive! Atos 0 4:10 "seja conhecido de vós todos e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dos mortos, em nome desse é que este está são diante de vós."

Leia também Atos 02:22; 03:06; 06:14; 22:08; 26:09 e veja que Jesus, nosso Mediador vive!

Apocalipse 01:18 "e o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno."

Quando os discípulos se reuniram para escolher um substituto para Judas, disseram:

Atos 01:22 "começando desde o batismo de João até ao dia em que dentre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição."

Eles queriam uma testemunha verdadeira, que testemunhasse da ressurreição de Jesus, já as falsas testemunhas, não testificam da ressurreição de Cristo, e estes os discípulos não queriam!

Agora, quem você escolhe? As testemunhas verdadeiras, ou as falsas? As Testemunhas de Jesus, ou testemunhas de Belial?

Você, testemunha de Jeová, que acompanhou este estudo, talvez você esteja surpreso pelas citações as quais te apresentamos; recomendamos que você analise tudo o que apresentamos aqui, em sua Bíblia, com a mesma prudência as quais fizeram os bereanos (Atos 17:11).

Você gostaria de ter mais estudos? Acesse nosso site, e tenha: Pregações, Testemunhos, Ilustrações, Bíblia em audio, estudos sobre o Apocalipse, e muito mais: www.noticiasdoevangelho.cjb.net

Ou, ouça Rádio Feliz 88,5 FM às 22:30 horas.

Escrito por Wellington Leão.

Leia também:

*Estudo – Raciocínios a base das Escrituras – Como responder as Testemunhas de Jeová ? - Clique aqui para ler

*Estudo – Testemunhas de Jeová, a religião que não oferece o céu.

*Estudo – Doutrina da Trindade, uma doutrina Bíblica

*Livros sobre as Testemunhas de Jeová para download gratuito

*Pregações sobre as Testemunhas de Jeová

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A Refeição Noturna das Testemunhas de Jeová - As Testemunhas não tomam a Santa Ceia? Por que?

As testemunhas de Jeová e a refeição noturna

De acordo com o livro “O que a Bíblia realmente ensina”, publicado pelas testemunhas de Jeová, podemos ler nas páginas 207 e 208, que só os 144 mil poderiam se alimentar da refeição, e quanto aos outros? Eles respondem:

Eles obedecem à ordem de Jesus a assistem à Refeição Noturna do Senhor, mas comparecem como observadores respeitosos, não como participantes do pão e do vinho.” Livro "O que a Bíblia realmente ensina?" Página 208, grifo nosso.

Com isso, percebemos que o convite das testemunhas de Jeová, é para que as pessoas venham ao salão tão somente para observar, há alguns poucos que participam da celebração. Há encontros em que nenhuma das pessoas presentes participam. O que a Bíblia realmente diz sobre isso?

Jesus, quando celebrou a refeição noturna (santa ceia), não fez tal distinção, mas disse: “Bebei dele, todos vós...” Mateus 26:26.

Logo, é para todos participarem, e não somente 144 mil pessoas. Qual então seria a conseqüência de não se participar da refeição noturna? Jesus responde:

“Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.” João 06:53.

Isso é muito grave: Não estar em Jesus é estar longe do Pai, visto que ninguém pode ir ao Pai senão por Jesus (João 14:06). E quem não está em Jesus, será lançado fora:

“Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam.” João 15:06.

E agora? As testemunhas de Jeová temem tanto a geena e ao Armagedon, mas percebemos que não participar da refeição noturna, é não estar ligado em Jesus, e a conseqüência será ser lançado fora. Em quem você irá confiar agora?

Por que dizem elas que só os 144 mil poderiam participar da Refeição Noturna?

As testemunhas de Jeová acreditam que só 144 mil pessoas irão para céu, vamos analisar a Bíblia e ver o que ela realmente ensina, com citação usada pelas testemunhas de Jeová, a saber,
Apocalipse [Revelação] 07:09:

“Depois destas coisas, olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos”

Pois bem: A Bíblia disse que haverá uma multidão a qual ninguém pode contar, e estes estão diante do trono de Deus. Onde fica o trono de Deus?

"E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono." Apocalipse 04:02.

Ora, se a grande multidão vai estar diante do trono, como poderiam ficar na terra?

Talvez a testemunha de Jeová argumente dizendo que Deus é Onipresente e não é necessário estar no céu para estar diante Dele, mas, nisso mentiriam, pois a Bíblia disse que estarão diante do trono, e o trono não é Onipresente, o trono é um objeto e este não pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Além disso, as testemunhas de Jeová também não crêem que Deus está em todos os lugares ao mesmo tempo!

Sim leitor! As testemunhas de Jeová não acreditam que Jeová Deus é Onipresente, provemos:

“Ao contrário da crença popular, Deus não está presente em toda a parte ao mesmo tempo.” Publicado em Despertai! de julho de 2006 – Citado no site oficial da Torre de Vigia - Grifo nosso.


Portanto, as “testemunhas” nem creem que Deus está em todos os lugares ao mesmo tempo, logo quando a Bíblia disse que haverá um multidão a qual não pode ser contada diante do trono, não podem estar em outro lugar, senão no céu. Compare novamente Revelação [Apocalipse] 07:09 com 04:02:


“Depois destas coisas, olhei, e eis aqui uma multidão... que estavam diante do trono ... e eis que um trono estava posto no céu..."


Voltando a Apocalipse 07, agora no versículo 15 "Por isso estão diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a sua sombra."

Novamente diz que a grande multidão estará diante do trono, e agora também disse que estarão servindo a Deus no seu templo. Onde está o templo?


"E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca do seu concerto foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos, e grande saraiva." Apocalipse 11:19. Leia também Apocalipse 14:17 e 15:05 e comprove que o templo está no céu.


Por fim, a Bíblia diz claramente que a grande multidão estará no céu - Apocalipse 19:01 "E, depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidão, que dizia: Aleluia! Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor, nosso Deus"

Só nos respondam com sinceridade: Segundo Revelação 19:01, onde está a grande multidão?

Leia ainda Colossenses 01:05/ Mateus 06:20 e 05:20/ II Coríntios 05:01-02, para comprovar que realmente a morada dos justos é no céu.


E quanto às passagens apresentadas pelas “testemunhas”?

As “testemunhas” tipicamente apresentam as seguintes passagens: Salmos 37:11, 37:29 e Mateus 05:05, para dizer que haverá duas classes de salvos, mas, ali diz que os justos vão herdar a terra, e não está fazendo divisão dos salvos em dois grupos, pelo contrário, a Bíblia diz que só há um grupo de salvos, um único rebanho (João 10:16). E quanto à passagem de Mateus, a resposta é a mesma, e acrescento que o capítulo 05 de Mateus fala muito mais do céu do que da terra (Mateus 05:03, 10, 12, 20). E ainda na passagem de Mateus, Jesus também refere-se ao discípulos, se Jesus estivesse falando de um classe que ficará na terra para sempre, os discípulos também iriam ficar, visto que em Mateus 05, Jesus também se referiu a eles.

Ainda sobre a esperança celestial, leia sobre o arrebatamento de Henoc e Elias - Gênesis 05:24, Hebreus 11:05, II Reis 02:11.

Jesus disse que no céu, haverá muitas pessoas e não só uma pequena multidão, e lá estarão os patriarcas do Antigo Testamento, fato que as testemunhas de Jeová negam, mas que a Bíblia garante que lá eles estarão, confira:

“Mas eu vos digo que muitos virão do Oriente e do Ocidente e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó, no Reino dos céus” Mateus 08:11.

“Muitos virão”, uma grande multidão (Revelação 19:01); e será um só rebanho e não duas classes de salvos (João 10:16) – Leia Mateus 23:13.


Tendo derrubado a falsa distinção entre pequeno rebanho e grande multidão, derrubamos também várias outras doutrinas intermediarias, como: A refeição noturna, tomada só por quem se considera do pequeno rebanho; a mediação de Jesus exclusiva só a estes, que só os 144 mil participariam do novo pacto, e que só esses teriam nascido de novo; etc.

Por isso, você, Testemunha de Jeová que leu este estudo, pode agora ter uma nova vida em Jesus (João 01:12), pode ter a Ele como Mediador (I Timóteo 02:05/ João 14:06), e pode chamar a Deus de Pai (I João 03:01/ Romanos 08:15).




“Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece." João 03:36.

Leiam João 05:23 e João 06:53.


Wellington Leão, Editor e Criador do www.NoticiasdoEvangelho.net
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Deve o Cristão guardar o Sábado? O crente evangelico tem que guardar o sábado? Não pode trabalhar no dia do descanso?

Pretendemos dissertar a respeito do sábado judaico. Por que sábado judaico? Porque se trata de uma ordenança cumprida pelos judeus, mais propriamente pelos judaizantes, cuja crença está baseada no Antigo Testamento. Os adventistas também são pró-sabáticos. A guarda do sábado, que foi um sinal para o povo da Antiga Aliança, é obrigatória aos que estão sob a égide da Nova Aliança? Quem guarda o domingo está em pecado e não será salvo? O cumprimento da ordenança sobre o sétimo dia garante a salvação? Tentarei responder a estas e a outras perguntas.

A Igreja de Cristo, desde o início, principalmente pelo Apóstolo Paulo, sempre dispensou estreita atenção às heresias, chamadas por Pedro de “heresias de perdição” (2 Pe 2.1), por tratar-se de ensinos contrários às doutrinas bíblicas.

A Igreja, como fazem as sentinelas, deve manter-se em constante vigilância para denunciar a aproximação ou o surgimento de elementos estranhos ao Evangelho. É seu dever combater as heresias: “Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes” (Tt 1.9).

Sábado, grego sabbaton, hebraico shãbath, tem em sua raiz o significado de cessação de atividade. Segundo o Dicionário VINE, “a idéia não é de relaxamento ou repouso, mas cessação de atividade”. A conotação com o descanso físico vem pelo fato de que a suspensão dos trabalhos proporciona descanso, e porque Deus destinou o sétimo dia não só para repouso e memorial do término de sua criação, mas como dia de culto, adoração e comunhão com Ele (Ex 16.27; 31.12-17).

A primeira referência bíblica sobre o sétimo dia está em Gênesis 2.2-3 que fala do descanso de Deus no shãbath. O “descanso” de Deus não quer dizer que Ele ficou cansado, mas que suspendeu sua atividade criadora. O princípio da criação do shãbath é destinar um dia ao repouso e ao exclusivo culto ao Senhor: “Seis dias trabalharás, mas o sétimo dia será o sábado do descanso solene, santo ao Senhor” (Êx 31.15).

Deus incluiu o sábado nos Dez Mandamentos, lembrando que “em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou” (Êx 20.8-11). O castigo para quem violasse o sábado era a morte (Ex 31.12-17). Portanto, o castigo está associado à guarda do sábado. Para que haja coerência de procedimentos, quem guarda o sábado deveria, no caso de violação, aceitar o castigo correspondente. A guarda desse dia e o castigo pela desobediência são ordenanças de Deus e fazem parte da Antiga Aliança.

O sábado era um sinal, como o foi a circuncisão, entre Deus e os filhos de Israel, assim como o arco era um sinal do pacto com Noé. Vejam a similitude que há nessas ordenanças: Arco: “Este é o sinal da aliança que ponho entre mim e vós, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas...será por sinal entre mim e a terra” (Gn 9.12-13). Circuncisão: “Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti... e circundareis a carne do vosso prepúcio, e isto será por sinal da aliança entre mim e vós. E o homem incircunciso...será extirpado do seu povo” (Gn 17.10,11,13). Sábado: “Tu, pois, fala aos filhos de |Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados, porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações, para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado...aquele que o profanar, certamente morrerá” (Êx 31.13-14). A instituição do sábado está associada à lembrança da libertação da escravidão egípcia (Dt 5.15; Ez 20.10-20).

Tais leis foram sombras das coisas futuras. Embora estabelecidas como estatuto perpétuo, como também a páscoa, a queima de incenso, o sacerdócio levítico e ofertas de paz, vigoraram até o estabelecimento do novo pacto em Cristo Jesus. Vejamos:

“E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas” (Cl 2.13).

O homem não pôde, pela lei, livrar-se da morte do pecado. Ninguém, até hoje, conseguiu cumprir fielmente toda a vontade de Deus expressa na lei. Cristo veio para nos livrar das penalidades da lei, visto que estamos não debaixo da lei, mas debaixo da graça (Rm 6.14).

“Havendo riscado a cédula que era de alguma maneira contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl 2.14).

O “ministério da morte”, como é chamada a lei mosaica (2 Co 3.7), não deu vida ao homem; apenas revelava o seu estado pecaminoso “Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita. Porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo da lei. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3.19-26).

A lei de Moisés serviu para nos conduzir a Cristo. As palavras do Apóstolo, como acima, falam por si sem necessitar muitos esclarecimentos. A lei foi um estágio necessário, como necessários são os primeiros degraus de uma escada pelos quais alcançamos o ponto mais elevado. Ao morrermos com Cristo, morremos para a lei. A lei não alcança os mortos. “Agora estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos, a fim de servirmos em novidade de espírito, e não na velhice da lei” (Rm 7.1,4,6). Por isso, Jesus cravou na cruz as ordenanças que de certo modo eram contra nós. Agora vivemos não segundo o ministério da condenação, mas segundo o do Espírito. “Se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça”. O Apóstolo diz que as antigas ordenanças eram transitórias, e foram abolidas por Cristo (2 Co 3.7-14). Os crentes da atualidade não são guiados pela lei, mas pelo Espírito.

“Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16-17). A guarda do sábado semanal, sombra do que viria, apontava para Cristo. Se a instituição do sábado nos fazia lembrar da saída do Egito, nossa atenção agora está centralizada na libertação que há em Jesus. Os “sábados” de Colossenses 2.16 não são sábados festivos; são sábados semanais, sem dúvida. Os festivos estão inclusos em “dias de festa”. Em Ezequiel 20.12 e 44.24 também encontramos “meus sábados” referindo-se aos sábados semanais. De igual modo, Êxodo 31.13 alude aos “meus sábados”, numa referência ao sétimo dia de descanso e culto. Então, a guarda do sábado foi uma “sombra das coisas futuras”, mas a realidade está em Cristo. De acordo com isso está o teólogo adventista Samuele Bacchiocci, que afirmou:

“O consenso unânime de comentaristas é que essas três expressões [“dias de festa”, “lua nova” e “sábados”] representam uma lógica e progressiva seqüência (anual, mensal e semanal). Este ponto de vista é válido pela ocorrência desses termos...Um outro significativo argumento contra os sábados cerimoniais é o fato de que estes já estão incluídos nas palavras dias de festa (ou festividades – no original)... esta indicação positivamente mostra que a palavra SABATON como é usada em Cl 2.16 não pode referir-se aos sábados cerimoniais anuais (From Sabbath Sunday – Do Sábado para o Domingo – Samuele Bacchiocci, 1977, p. 359-360. Fonte: Bíblia Apologética).

Leiam a seguinte promessa: “E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades” (Os 2.11; cf. Cl 2.14,16). Vamos ver o que mais a Nova Aliança diz a respeito da anterior:

“O mandamento anterior é anulado por causa da sua fraqueza e inutilidade. Pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma, e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus” (Hb 7.18-19). Só chegaremos a Deus pela aceitação dos termos da Nova Aliança, isto é, pela graça, mediante a fé em Jesus (Jo 3.15-18; Rm 10.9; Ef 2.8-9). A salvação do ladrão na cruz é exemplo. Foi salvo não pelo cumprimento da lei, mas por graça e fé (Lc 23.46).

O Novo Testamento diz que Cristo “alcançou ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto que está confirmado em melhores promessas. Porque, se aquela primeira fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para a segunda. Dizendo Nova Aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar” (Hb 8.6,7,13).

Mas, se a lei foi abolida em Cristo, então podemos matar, cometer adultério, desobedecer a nossos pais? A resposta precisa ser encontrada no Novo Concerto, que ratificou os Dez Mandamentos, exceto a guarda do sábado. Em nenhuma parte do Novo Testamento encontraremos a ordem para reservar o sétimo dia. Vejamos o Decálogo e a correspondente instrução na Nova Aliança: “Não terás outros deuses diante de mim” (At 14.15); “não farás para ti imagem de escultura” (1 Ts 1.9; 1 Jo 5.21); “não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” (Tg 5.12); “Lembra-te do dia do sábado para o santificar” (não mencionado no NT); “honra teu pai e a tua mãe” (Ef 6.1); “não matarás” , “não adulterarás”, “não furtarás”, “não cobiçarás” (Rm 13.9); “não dirás falso testemunho” (Cl 3.9).

Quanto ao mandamento de não fazer imagem de escultura, sabatistas por vezes alegam não haver mandamento correspondente e explícito no Novo Testamento, porquanto, dizem, a palavra “ídolo” (1 Jo 5.21) não significa imagem de escultura. Quanto a isso, observem o que diz o conceituado Dicionário VINE: “Ídolo (eidolon), primariamente “fantasma” ou “semelhança” (derivado de eidos, “aparência”, literalmente, “aquilo que é visto”), ou “idéia, imaginação”, denota no Novo Testamento; (a) “ídolo”, imagem que representa um falso deus (At 7.41; 1 Co 12.2; Ap 9.20); (b) “o falso deus” adorado numa imagem (At 15.20; Rm 2.22; 1 Co 8.4,7; 10.19; 2 Co 6.16; 1 Ts 1.9; 1 Jo 5.21)”.

Cabe salientar que prevalecem os princípios éticos e morais do Antigo Testamento, ratificados e, em alguns casos, aperfeiçoados no Novo Concerto. “Cada um desses princípios contidos nos Dez Mandamentos é restabelecido num outro contexto no Novo Testamento, exceto, é claro, o mandamento para descansar e cultuar no sábado”. Jesus não fazia distinção entre leis morais e leis cerimoniais. É possível fazer-se esta divisão para melhor compreensão, mas ela não está definida na Bíblia. Ele afirmou que não veio anular a lei, mas cumpri-la (Mt 5.17). Em seguida, cita o sexto mandamento, “não matarás” (v.21); o sétimo, “não adulterarás” (v.27); o nono, “não dirás falso testemunho” (v.33); cita Levítico 24.20 “olho por olho, dente por dente”; cita Levítico 19.18 sobre o “amor ao próximo”. Logo, a “lei” a que se referiu Jesus não diz respeito somente aos Dez Mandamentos, mas abrange o Pentateuco. “A lei é termo comum entre os judeus para a primeira das três divisões das Escrituras hebraicas, isto é, os cinco livros do Pentateuco. Jesus cumpriu cabalmente a lei, em Sua vida, pela observação constante de seus preceitos; em Seus ensinos, pela pregação da ética do amor que cumpre a lei (Rm 13.10) e em Sua morte, pela satisfação de suas exigências” (O Novo Comentário da Bíblia – Vol. II, Edições vida Nova, 1990, p. 953). Porque em sua vida cumpria a lei, era costume de Jesus participar dos cultos, aos sábados, nas sinagogas de sua cidade natal (Lc 4.16). Após a cruz, “pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós” (Gl 3.11,13).

Se alguém deseja guardar o sábado, que o faça segundo prescreve o Antigo Testamento, assim: não ferver ou assar comida (Êx 16.23); não sair de casa nesse dia (Êx 16.29); não acender fogo (Êx 35.3); não viajar (Ne 10.31); não carregar peso (Jr 17.21); não exercer o comércio (Am 8.5). A violação de tais preceitos torna o infrator sujeito à maldição da lei e à pena de morte (Êx 31.15; Dt 27.11-28; Gl 5.1-5; Tg 1.23; 2.10).

Pelas obras da lei nenhuma carne será justificada, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Ela revela o pecado e condena o homem. Em Cristo, se manifestou a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo. Foi impossível ao homem cumprir totalmente os itens da lei, sem qualquer fracasso, pois “maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”. Cristo, com sua morte expiatória, fez-se maldição em nosso lugar (Gl 3.10-13). Por isso, a Bíblia diz que todos pecaram (Rm 3.20-23). No antigo concerto, a salvação tinha por base a fé expressa pela obediência à lei de Deus e ao sistema sacrificial. Mas um novo concerto ou novo testamento, com melhores promessas, foi levado a efeito por Jesus Cristo mediante sua morte e ressurreição (Jr 31.31-34).

Os adventistas, regra geral, são sabatistas, mas parece não haver um consenso. Entre 1955 e 1956, o dr. Walter Martin, apologista da fé cristã, entrevistou 250 conceituadíssimos líderes adventistas. O resultado dessas entrevistas foi publicado no livro “Adventistas do Sétimo Dia Respondem Perguntas sobre Doutrina”, de 720 páginas. Esses destacados líderes concluíram o seguinte: 1) Sabatismo: A guarda do sábado não propicia salvação. O cristão que observa o domingo não está em pecado. Não é cúmplice do papado. 2) Ellen G. White: Os escritos de Ellen White [profetiza do adventismo] não devem ser colocados em pé de igualdade com a Bíblia. 3) Santíssimo: Cristo entrou no Lugar Santíssimo por ocasião de sua ascenção, e não em 22 de outubro de 1844. Assim, as doutrinas do santuário celestial ser purificado e do juízo investigativo não tinham base bíblica.

Em decorrência dessa posição, “houve sérias controvérsias no seio da Igreja Adventista do Sétimo Dia, dando origem a dois movimentos: o tradicional e o evangélico. O primeiro recusava-se a abrir mão das posições acima, pois aceitá-las comprometeria a exclusividade da IASD como o ´remanescente´, a única e verdadeira igreja de Cristo. O segundo advogava os conceitos expressos no Questions on doctrine. Estes não queriam deixar a IASD, apenas queriam uma reforma nas questões teológicas nada ortodoxas. Conclui-se que o Adventismo com o qual o Dr. Walter Martin dialogou e aceitou como cristão não é mais o mesmo que presenciamos aqui no Brasil, pois rompeu com tudo aquilo abordado no Questions on doctrine. Entretanto, não se pode negar que há dentro da IASD aqueles que almejam o retorno às formulações esboçadas e defendidas no referido livro” (Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo – George A. Mather, Vida, 2.000, p. 194).

Os apóstolos elegeram o primeiro dia da semana como o dia do Senhor: “No primeiro dia da semana, reunindo-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de sair no dia seguinte, falava com eles, e prolongou o seu discurso até à meia noite (At 20.7; v. 1 Co 16.2). Aqui vemos o registro da celebração da Ceia do Senhor num domingo, um dia de culto. O Apóstolo João revela que foi “arrebatado em espírito no dia do Senhor” (Ap 1.10), referindo-se ao domingo, dia da ressurreição de Jesus (Lc 24.1) e do seu aparecimento aos discípulos (Jo 20.19; Lc 24.13,33,36).

A vontade de Deus é que aceitemos e vivamos segundo os termos do novo concerto. As provisões necessárias à nossa salvação não estão na antiga aliança, nem na obediência às suas leis e ao seu sistema de sacrifícios. A lei funcionou como tutor do povo até que viesse a salvação pela fé em Cristo. Desprezar a lei? Não. O Novo Testamento cuidou de revitalizar os princípios éticos e morais da lei, modificando uns, confirmando letra por letra outros, excluindo muitos. A salvação na nova aliança está consolidada na morte expiatória de Cristo, na sua ressurreição gloriosa e no privilégio de, pela fé, pertencermos a Ele.

Quase toda a instrução dos capítulos 3, 4 e 5 de Gálatas aborda a questão da lei e do evangelho, donde se conclui que: 1) A lei foi ordenada por causa das transgressões, ATÉ que viesse a posteridade (3.19). 2) A lei não pôde comunicar vida; por isso, a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. 3) A lei serviu para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados, não pela fé na obediência à lei. 4) Depois que a fé veio, já não estamos debaixo da lei, mas da graça (3.25). 5) Cristo veio para libertar os que estavam debaixo da lei. Não somos mais meninos necessitados de tutores, reduzidos à escravidão. Agora somos filhos de Deus (4.1-7). 6) Não mais estamos sujeitos a guardar dias, meses e anos, rudimentos fracos e pobres aos quais alguns querem continuar servindo (4.9-10). 7) Somos filhos não da escrava Agar, que simboliza o velho concerto. Somos filhos da promessa, como Isaque. Lancemos fora a escrava e seu filho, porque, “de modo algum, o filho da escrava herdará com o filho da livre” (4.21-31). 8) Não devemos retornar ao jugo da servidão, pois Cristo nos libertou (5.1). 9) Os que buscam justificação na lei, separados estão de Cristo (5.4).


Pr Airton Evangelista da Costa
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20 Questoes Adventistas Refutadas - www.CACP.org.br

01) - Deus se equivocou em ter colocado o sábado num degrau tão elevado entre os mandamentos e depois teve que mudar devido seu equivoco? Êxodo 20:8-11.

Resposta: Bem, o amigo deve saber que a Lei é composta de 613 mandamentos, formando a Torá. Então, eu queria saber a onde o amigo leu que a guarda do sábado é superior aos outros mandamentos? Na Bíblia não consta nada a respeito. Quem sabe, os Adventistas tenham outra Bíblia. Seria uma TNM?


2) - Prof. João Flavio, sua palavra é mais válida do que a de Deus que disse: "Eu o Senhor não mudo"? Mal. 3:6

Resposta: Não, a minha palavra e a minha justiça não passam de “trapo” perto da Justiça de Deus (Is. 64:6). Mas eu sempre preguei que o meu Deus não muda (Tg. 1:17) e por isso eu aceito a sua graça dada por intermédio de Jesus Cristo. Ou seja, pra mim Salvação somente pela Graça (Ef. 2:8-10). Já os adventistas não podem dizer isso, pois não estão firmados na Palavra de Deus, mas em sua profetisa, Veja:

Negamos que a qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas”.( Revista Adventista, fevereiro de 1984; Ed. Casa Publicadora; Tatuí – SP - pág. 37).

Ai de quem mover um bloco ou mexer num alfinete dessas mensagens. A verdadeira compreensão dessas mensagens é de vital importância. Os destinos das almas dependem da maneira em que são elas recebidas” (EG White, Primeiros Escritos, Editora Casa Publicadora, Tatuí – SP; 1995 – pág. 258, 259).

“Sola Scriptura” foi à bandeira dos reformadores e tem sido o lema de todos os cristãos verdadeiros. As afirmativas acima, sobre a pessoa da Sra. White, comprometem totalmente a eclesiologia do movimento adventista. Mesmo que a Sra. White não tivesse escrito nada contraditório ou antibíblico, não poderia ser colocado os seus escritos em pé de igualdade com a Bíblia sagrada. O apóstolo Pedro diz que as Escrituras foram inspiradas e vieram da parte de Deus. Os apóstolos deixaram as orientações básicas, que formam o fundamento apostólico, ou seja, a Bíblia Sagrada, para que a Igreja se direciona somente por essa bússola. “... Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo”. (I Co. 3:10-11). “... por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito...” (I Co. 4:6).




3) - Deus Voltou atrás quando disse: "Não quebrarei o meu concerto, não alterarei o que saiu dos meus lábios". Salmos 89:34

Resposta: Aqui, quero que o leitor perceba a dissimulação adventista. Todos os Adventistas e todos os cristãos de forma geral são unânimes em corroborar que o Velho Pacto foi cancelado, abolido e substituído pela Graça cristológica (II Co. 3:14, cf. Jr. 31:31). Não só o Salmo 89, mas todas as escrituras do VT afirmam que esse pacto com os seus rituais não seriam quebrados ou cancelados. Entretanto, isso era algo bilateral, ou seja, deveria ser mantido por ambas as partes. O povo judeu quebrou o pacto, cancelou a aliança e uma nova foi feita – “Essa é a nova aliança do meu sangue” (Lc. 22:20). Esse conceito, explicado aqui, os Adventistas aceitam perfeitamente, mas por causa do sábado e dos 10 mandamentos eles fazem uma tremenda confusão.



4) - Será que não existe salmos 111:7,8 ou Deus mentiu novamente quando foi dito: "Que os seus mandamento permanecem para sempre" Salmos 111:7,8.

Resposta: A resposta a sua pergunta passa por uma outra pergunta: Que mandamentos aqui o salmista se refere? A Bíblia não diz que toda vez que aparece a Palavra Mandamentos está se reportando aos 10 mandamentos. Mais um vez isso é jogar sujo e ser desonesto com os leitores.


5) - Se equivocou quando disse que o sábado é um sinal perpetuo para todas as gerações de Israel e para todos os que não são Israelitas? Êxodo 31:15,16; Isaias 56:6.

Resposta: Se o texto ensina que não devemos profanar o Sábado e que isso inclui os gentios, também prova a mesma passagem que os gentios devem oferecer holocaustos e sacrifícios (vrs.7) sobre o altar de Deus, no templo, sobre o monte Sião, em Jerusalém. Tudo isso, que parece absurdo, está incluído com o Sábado aqui citado. Naturalmente que o texto se aplica aos gentios prosélitos que abraçaram o judaísmo e foram circuncidados (Êx.12:48). O que podemos ver, em mais um texto, é a “maldade Adventista” em ação.



6) - Será que Tiago não foi inspirado ao dizer que em Deus não há mudança e nem sequer sombra de variação? Tiago 1:17.

Resposta: O argumento usado, se verdadeiro, significaria que toda lei levítica – circuncisão, páscoa, incenso, sacerdócio, etc. – também deveriam ser perpétua e não ter mudado (Hb. 7:12). Por exemplo, em Ex.12:14 está declarado que a páscoa terá de ser observada “por suas gerações” e “para sempre”, exatamente como é dito sobre o Sábado. A oferta de incenso também é dita como perpétua (Ex.29:42). Lavagem de mãos e pés seria perpétuo (Ex.30:21). Os sabatistas concordam que a observância destas coisas cessou. Porém, para serem consistentes, se guardam o Sábado, também têm que guardar as outras ordenanças. Entretanto, isso tudo não é mais perpétuo, pois esse pacto só continuaria e valeria se cumprido por Israel. Ao ser quebrada a Lei o pacto cessou e o pacto da graça começou.



7) - Reponda-me também, Já que a lei é um reflexo da soberania e caráter do legislador, Jesus continua sendo o mesmo hoje como era ontem e como será eternamente, já que você diz que Ele mudou a estrutura da lei? Hebreus 13:8.

Resposta: A Bíblia que afirma isso - leia: “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei” (Hb.7:12). Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do arônico (com os 613 mandamentos, incluindo os 10 mandamentos – cf. Ne. 8) para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”. Sendo assim, toda a Lei, inclusive o decálogo foi mudado. Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (Abolir significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”).


8º - Onde está escrito que a lei e o sábado moral foi abolido uma vez que Jeremias e Paulo não dizem outra coisa a não ser que a lei em verdade foi tirada das pedras e colocada no coração? Jeremias 31:31-33 - Hebreus 8:10

Resposta: Então surge a pergunta em lide: Se a Lei foi tirada, ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Hb.8:6) do que algum Adventista jamais sonhou e que foi escrita com o Sangue de Jesus em nossos corações. Leiamos em Romanos capítulo 8:2 “Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus , me livrou da Lei do pecado e da morte”. Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois que anda no Espírito não entra em condenação (Rm.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito” (IICo.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta. “O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra (Lei), mas do espírito; porque a letra (Lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que permanece”. Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dada a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia esta afirmando que a Lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e transitório (passageiro) . Isso não por que a Lei fosse má, mas pelo incapacidade humana de observá-la naqueles moldes. Por isso nos é deixado claro que a Graça é outra coisa, é a realidade da sombra. Vejamos: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados (sabbaton, referindo-se ao sétimo dia), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17). Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nos vemos o Decálogo representado pelo quarto mandamento – E TUDO ISSO ERA SOMBRA DE UMA REALIDADE BEM MAIS ELEVADA E ESPIRITUALIZADA.



9) - Como dizem por ai, que uma prática vale mais do que mil sermões. Como pode Jesus dar exemplo da guarda sabática permitindo que todos vissem e lessem que era o seu costume ir à sinagoga (Igreja) no sábado valorizando- o mais ainda pela prática? Lucas 4:16.

Resposta: É certo que Jesus guardou o Sábado, pois se encontrava sob o regime da Lei, pois nascera sob ela (Gl.4:4-6; Lc.2:21; Lc.2:22-24; Lc.2:41). Como tal observou todos os preceitos da Lei, cumprindo-os para nos libertar do mesmo (Mt.5:17-18, Rm.10:4).



10) - Se hoje imitar-nos o exemplo de Jesus da Guarda sabática (Lucas 4:16) é interpretado como sendo salvação pelas obras como você diz, o que dizer então de 1º João 2:6; São João 10:25, que apela para que andemos como Ele (Jesus) andou, e que façamos as mesmas obras que Ele fez?

Respostas: O amigo parece que não conhece o NT. O andar de Jesus é muito superior ao da Lei. Veja o que o NT quer dizer quando fala de mandamentos: disse Jesus – “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos” (João 14:15 e 21); “... relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo...” (At.1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei judaica, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos, mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rm. 8:2; ICor.9:21; Gl.6:2; Rm.3:27). É por essa Lei e no cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos. Outra coisa, nós não precisávamos de um professor da Lei, mas de uma nova esperança! Lembremos-nos da exortação paulina: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco... De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (Gl. 4:10-11; 5:4 – ARA).


11) - Se a mudança do dia de descanso aconteceu depois da ressurreição, porque Paulo permitiu que relatassem que era seu costume ir a igreja aos sábados seguindo o mesmo costume de Jesus? Atos 17:2; Lucas 4:16.

Resposta: É preciso ter presente que Paulo foi criado em todas as observâncias da Lei (At. 22.3). O grande desejo do seu coração era ganhar os judeus para Jesus (Rm. 9.3,4; 1 Co. 9.20-23). Com esse alvo de ganhar os judeus para Cristo, Paulo circuncidou Timóteo, que era judeu, pois sua mãe era judia (At. 16.3), diferente de Tito, que era grego e não circundou (Gl. 2.3). Desta maneira Paulo evitou causar escândalo, uma vez que Timóteo estava socialmente comprometido com a Lei e Tito socialmente não. Embora em I Co. 7.19 afirmasse que a circuncisão é sem valor para o cristão. Observou a Festa de Pentecostes (At. 20.16); raspou a cabeça (At. 18.18); fez ofertas da lei (At. 21.20, 26). Entretanto, afirmou que o sábado semanal foi abolido na cruz (Cl. 2.16-17).



12)- Se Paulo ia a igreja aos sábados por causa dos Judeus, então porque continuou a pregar aos demais povos não judeus somente nos dias de sábado? Atos 18:4,11; 16: 13.

Respostas: Paulo, na verdade, entrava nas sinagogas aos sábados para pregar o evangelho aos judeus, porque, era só nesse dia que os encontrava para ouvirem sua pregação.


13) - Se o dia do Senhor (sábado) não tivesse mais importância após a ressurreição, porque Paulo usou o descanso semanal sabático para fazer um paralelo do descanso da fé? Hebreus 4:9... 14) - Se para Paulo não havia diferença de dia e dias como você sugere misturando os sábados anuais (cerimoniais da lei de Moisés) e os semanais (Moral da lei de Deus) usando Romanos 14, porque, ele, Paulo , incluiu o sábado dentro da graça, em sua mensagem sobre justificação pela fé?

Resposta: É evidente que o repouso de que se trata aqui não é o do sétimo dia literal, indicado no quarto mandamento e, sim, o repouso de uma vida de fé em Deus. A idéia central do texto está em que Deus repousou depois de haver criado o mundo e que os profetas falaram de antemão de outro dia (Sl 118.24; 95.7), em vez do sétimo dia semanal para comemorar, um repouso maior, que se seguiria a uma obra maior, objetivando não apenas o corpo, mas todo o homem. Josué nunca conseguiu guiar o povo a esse repouso, devido sua impossiblidade de levar o povo de Israel à uma paz real com Deus. Jesus, havendo terminado sua obra de redenção na cruz (Jo 19.30), alcançou a paz, a reconciliação. Na cruz foi abolido o sábado semanal (Os. 2:11 combinado com Cl 2:16). Portanto, em comemoração ao glorioso repouso, que se seguiu a uma obra maior de redenção, resta guardar um descanso para o povo de Deus, esse descanso é a plena confiança na consumação da obra de Cristo (Is 11.10 comparado com Mt 11.28-30). Foi necessário esse argumento para mostrar aos judeus, que se gloriavam no seu sábado semanal, que o cristão têm em Cristo a paz e o descanso com Deus.



15º - E se Jesus em sua morte tivesse mudado o sábado, porque sua mãe biológica e outras mulheres que conviveram tantos anos com Ele ouvindo
seus ensinamentos, porque então mesmo depois de sua morte, guardaram o sábado conforme o mandamento? Lucas 23:56.


Resposta: Deve-se ter presente que o Sábado em que as mulheres santas descansaram foi antes da ressurreição de Jesus. Se o fato de ter Lucas relatado o evento alguns anos mais tarde, não invalida o argumento, pois, estas mesmas mulheres judias estavam observando a Festa de Pentecostes (At.1:14; 2:1). Uma festa judaica, que nem os adventistas não observam. Um exemplo: Quando Pedro voltou da casa de Cornélio foi repreendido pelos seus colegas por ter entrado em casa de incircuncisos e ter comido com eles (At.11:3). Se os apóstolos ainda não percebiam que a circuncisão não tinha nenhum valor (Gl.5:2), como esperar que as mulheres viessem entender mais cedo que o Sábado era parte integrante do Antigo Concerto anulado na Cruz? (Cl.2:14; IICor.3:6-14) . A propósito, a revista da Escola Sabatina, de 1o trimestre de 1980, p.19, afirma: “O NT não dá nenhuma indicação que se tenha pedido aos judeus que abandonassem imediatamente a prática da circuncisão ou que ignorassem as festividades judaicas”. Aqui, mais uma vez, vemos a malignidade dos Adventistas usando um texto fora do seu contexto para prender os inocentes ao jugo da servidão.


16) - Se em sua concepção não há separação de dias, porque Deus santificou (Separou), o 7º (Sábado) dos demais? Êxodo 2:3.

Resposta: Sou obrigado a responder-lhe com uma pergunta: Como pode algo que é intrinsecamente moral e parte da natureza de Deus, como vocês dizem ser o caso do sábado, precisar ser santificado? Veja com essa pergunta você reconhece que o sábado não é moral e findamos a questão.


17) - Se Deus não se importa com o dia a ser dedicado a ele, porque então disse que nos abençoaria e nos sustentaria se o observar-se nos não seguindo nosso próprio caminho? Isaias 58:13,14.

Resposta: O texto não se aplica aos gentios, mas é dirigido aos judeus. Tanto é assim que se fala em: a) casa de Jacó (v. 1); b) nação (v .2) e assim sucessivamente. No Antigo Concerto, Deus freqüentemente exortava o povo de Israel sobre os preceitos então vigentes, que abrangiam os 613 mandamentos do Livro da Lei.



18) - Se qualquer dia serve, porque João relatou que era o dia do Senhor quando fora arrebatado em visão? Apoc. 1:10.

Resposta: O NT fala de um dia chamado “O Dia Do Senhor” (Ap.1:10). “Dia do Senhor” está expresso no caso dativo: “té kyriaké hémerà. Não existe base válida para que se questione se se trata de fato do Domingo. ATÉ HOJE ESSA É A EXPRESSÃO REGULAR PARA “DOMINGO” NO GREGO MODERNO.


19) - Se os mandamentos antes de Cristo foram mudados, como interpretar III João versos 4-6 - que aconselha que guardemos os mesmos mandamentos que desde o principio tivemos?

Resposta: Os adventistas estão errados em admitir que sempre que se fala de mandamentos no NT o entendimento que se deva ter é que se refiram aos 10 mandamentos. O mandamento “desde o princípio é: que nos amemos uns aos outros” tem a ver com a caminhada cristã – isso não prova que se refere ao decálogo.



20º - Prof. João Flávio, vive distorcendo o que escrevemos para dar um sentido a salvação pelas obras, coisas que não cremos de forma alguma. Cremos absolutamente que a salvação é um dom imerecido, e que não depende das obras para sermos salvos. Mas as obras devem ser notórias na vida no cristão caso queira ele permanecer salvo. Se você discorda até mesmo deste ponto teológico equilibrado, então como nos explicaria os ensinamentos bíblico de Tiago que e Paulo que afirmam que a fé sem as obras não tem valor? Tiago 2:17,18.

Resposta: A palavra lei significa toda a lei de Moisés, isto é, o Pentateuco. Como prova, lemos que Tiago está reprovando o pecado de fazer acepção de pessoas, que é a transgressão da lei: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Este mandamento, que se encontra em Lv 19.18, faz parte da lei, inclusive da suposta lei cerimonial, divisão fictícia feita pelos Adventistas, dado que o livro de Levítico foi escrito por Moisés e colocado ao lado da arca e não dentro dela. O trecho citado, menciona dois mandamentos do decálogo e, se dois mandamentos implicam nos dez, também a citação de um mandamento fora do decálogo implica na obrigação de guardar toda a Lei. A Lei da liberdade de que fala o v. 12 é a Lei de Cristo (Gl 6.2) e que constitui o ensino do próprio Cristo (Jo 12.48; Mt 28.19). Jesus nunca mandou guardar o sábado, mas dá repouso a todos que se refugiam Nele (Mt 11.30).



É isso...



Prof. João Flávio Martinez

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A Igreja Voz da Verdade é Seita? Unicista? O que pregam? No que eles acreditam?

“Há três grupos religiosos que com muita facilidade ainda têm acesso aos púlpitos de muitas de nossas igrejas, e conseguem camuflar-se no seio das Assembléias de Deus. Eles não são ortodoxos, isto é, são contra o Cristianismo histórico, revelado na Bíblia e por isso representam uma ameaça à unicidade e à doutrina da Igreja. São eles a Igreja Local, de Witness Lee, a Igreja ‘Voz da Verdade’[??????] e Igreja Adventista do Sétimo Dia.”

OBSERVAÇÃO: Voz da Verdade= grupo musical evangélico, compôs belíssimas e edificantes canções, disso não há dúvida. Aqui neste material está sendo questionado alguns pontos doutrinários, em que eles acreditam.

A Igreja Local de Witness Lee publica o Jornal Árvore da Vida, conhecido também por seu ônibus "Expolivro", com suas publicações (Não confundir com uma Igreja Local, que é evangélica e nem com um ministério argentino chamado Árvore da Vida. Por essa razão, cada vez que me refiro a Igreja Local, faço menção de seu líder e de seu ônibus). Esse movimento nega a Trindade definida no Credo Atanasiano, que diz: "Não confundimos as Pessoas, nem separamos as substâncias".1 É unicista,2

pois ensina que o batismo nas águas perdoa pecados3 e não reconhece as demais igrejas evangélicas.4 Entretanto, nos procuram para vender suas publicações e disseminar suas crenças, condenadas pela Bíblia e contrárias à nossa doutrina.

A Igreja Voz da Verdade foi fundada em 05/01/1984, na cidade de Santo André (SP). Ela é hoje conhecida em nossas igrejas por causa do Conjunto de mesmo nome. Essa Igreja é unicista, batiza em nome de Jesus e é contra as demais igrejas evangélicas, pois afirma que o batismo efetuado pelas igrejas trinitarianas são sem valor bíblico e "forjado pelo homem". O interesse deles por nossas igrejas é porque vendem muitos discos, fitas e CDs e disseminam seus ensinos. Descobrimos isso em 1991 e desde então suas músicas deixaram de ser cantadas nas igrejas da região, sob nossa jurisdição.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, embora não seja unicista, suas crenças são contrárias às demais igrejas evangélicas e nem as reconhece. Seus adeptos nos procuram para vender suas publicações e praticar um proselitismo sectário e desleal. Tem, como a Igreja Voz da Verdade, um conjunto musical que atrai a nossa juventude, o Grupo Prisma.
Intimidações

Temos visto em muitas cidades que os hinos do Conjunto Voz da Verdade são cantados livremente em nossas igrejas. Há casos em que o próprio conjunto é convidado para fazer apresentações sendo seu pastor o pregador. Por isso, que cada vez que trazemos à tona os ensinos desses grupos unicistas eles reagem como fossem violados em seus direitos.

A lição 5 da revista da Escola Dominical, intitulada Seitas Modalistas, desse segundo trimestre menciona o tal conjunto juntamente com sua igreja na lista das seitas modalistas. É citado em apenas um parágrafo e toda a lição gira em torno de dois pontos doutrinários: As seitas modalistas negam a doutrina da Trindade

e têm problema com batismo nas águas. Isso foi o suficiente para a reação do pastor da Igreja Voz da Verdade, que me telefonou ameaçando levar o caso à Justiça, alias, essa não é a primeira vez que seus adeptos têm tentado me intimidar.

No segundo semestre de 1994 a CPAD publicou um artigo no Mensageiro da Paz, em quatro partes sobre a Igreja Local de Witness Lee. Antes da publicação da quarta parte do artigo, a CPAD recebeu uma carta assinada por dois advogados constituídos pela Igreja Local, exigindo direito de resposta, alegando difamação e calúnia. O disparate jurídico era tal que a CPAD sequer respondeu a esses advogados.

O mesmo aconteceu quando publicamos a matéria Tirando a Máscara da Igreja Local, na revista Defesa da Fé, outubro - dezembro de 1996. Recebemos do advogado da Igreja Local, via cartório, a notificação exigindo direito de resposta. A edição seguinte da revista trouxe uma matéria sobre o assunto.5

Recebemos no Instituto Cristão de Pesquisas - ICP um fax com a seguinte mensagem: "Repudiamos a lição Segundo Trimestre por incluir o consagrado e abençoado Ministério Voz da Verdade - Assembléia de Deus Taboão S. B. C., 04/04/97". Acontece que veio o número do telefone do aparelho emissor. O ICP telefonou para o número constante no fax e constatou-se que era da residência do pastor da Igreja Voz da Verdade.

O que acontece é que essas seitas querem livre acesso em nossas igrejas. Quando vêem que esse acesso está em risco entram em desespero. Uns estão em busca de adeptos, pois não reconhecem as denominações evangélicas; outros querem vender seus produtos: livros, discos, fitas cassetes, CDs etc., e reconhecem o potencial da Assembléia de Deus.

Quando vêem seus lucros ameaçados não hesitam apelar até para a justiça. Mas se esquecem que não têm o direito de mandar em casa alheia. Agem como se não tivéssemos o direito de ensinar a nossa doutrina ao povo. Por que não procuram suas igrejas?

Nós tomamos o devido cuidado para apresentar um estudo sério e devidamente documentado. Não partimos para ataques pessoais e nem difamamos qualquer grupo religioso. Refutamos suas crenças pela Bíblia. Tratamos a todos com respeito e dignidade, mas nem por isso devemos dizer que o certo é errado e o errado é certo. Além disso, nunca publicamos algo sem que pelo menos um advogado examine para que esses grupos não tenham subsídios para requerer em juízo o direito de resposta.
O Conjunto Voz da Verdade é modalista
O que é modalismo? O que significa ser unicista ou modalista? Talvez sejam algumas das perguntas que,
com toda razão, alguns irmãos estão fazendo e merecem uma resposta.

No segundo século da Era Cristã, a Igreja saiu ilesa da batalha contra o gnosticismo, (doutrina que negava o Jesus homem; diziam que este teve um corpo docético - fantasma e por isso não sofreu) mas deixou como saldo a preocupação dos cristãos sobre a divindade do Logos e o monoteísmo. Os Pais da Igreja se empenharam com muita garra nessa luta contra as heresias. Se Jesus é Deus absoluto como fica o monoteísmo judaico-cristão? Por outro lado havia outra questão: Se o Logos (palavra grega para Verbo em João 1.1,14) é subordinado ao Pai, isso não compromete a divindade absoluta de Jesus?

Havia na época os alogoi e os ebionitas, que eram as seitas do segundo século que negavam a deidade absoluta de Jesus. Nessa época surgiram os que Tertuliano chamou de monarquianistas, (do grego monarchia - "governo exercido por uma única pessoa"). Estavam divididos em dois grupos: Dinânimos e Modais.
No início do quarto século negava a eternidade de Jesus
Os monarquistas dinâmicos (do grego dynamis "força, poder") diziam que Deus deu força e poder a

Jesus, adotando-o como Filho, negando assim a divindade absoluta de Jesus, e também a Trindade. Era o prenúncio do arianismo, que no início do quarto século negava a eternidade de Jesus, considerando Cristo um deus de segunda categoria, igual ao ensinos das Testemunhas de Jeová. Essa doutrina dos dinâmicos era defendida por Teodoro de Bizâncio, Artemão e Paulo de Samosata.

Os monarquistas modais ensinavam que as três Pessoas da Divindade se manifestavam por vários modos, daí o nome modalista. Defendido por Noeto de Esmirna e Práxeas de Cartago, ensinavam que o Pai nasceu e sofreu e que Jesus era o Pai. Por essa razão, no Ocidente, eles eram chamados de patripassianistas (do latim Pater "Pai" e passus de patrior "sofrer" - O Pai se encarnou em Cristo e sofreu com Ele). No Oriente eram chamados sabelianistas, pois o heresiarca Sabélio foi quem mais se destacou na propagação dessa heresia. Segundo essa doutrina, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são apenas três aspectos da Divindade, sendo, portanto, uma mesma Pessoa. Essa doutrina do bispo Sabélio é hoje chamada de sabelianismo ou modalismo.

Sabélio usava a palavra "pessoa" para cada Pessoa da Divindade, mas para ele essa "pessoa" tinha o sentido de máscara ou de manifestações diferentes de uma mesma Pessoa Divina. Na sua concepção o Pai, o Filho e o Espírito Santo são nomes de três estágios ou fases diferentes. Ele era Pai na criação e na promulgação da lei, Filho na encarnação e Espírito Santo na regeneração. Essa doutrina foi combatida por Tertuliano em Contra Práxeas, quando pela primeira vez o apologista Tertuliano usa o termo Trinitas ("Trindade") para a Divindade.

O sabelianismo ganhou espaço por mais ou menos cem anos em Roma, Ásia Menor, Síria e Egito. Em 263, Dionísio de Alexandria enfrentou o próprio Sabélio derrotando o sabelianismo. Depois disso o Cristianismo passou a repudiar o sabelianismo e o combate a essa heresia continuou até que ela desaparecesse completamente da história. Depois de muitos séculos essa heresia foi trazida de volta, das profundezas do inferno, por John G. Scheppe, fundador da seita "Só Jesus", em 1913.
Estatutos do Conjunto Voz da Verdade e seu manual de batismo

O artigo 10.a do estatuto da Igreja Voz da Verdade diz: "O batismo é processado nas águas, por imersão, e conforme os apóstolos efetuavam, S. Mateus 28:19 - Atos cap. 2:38; não invocar títulos de formalismo de homens; mas invocar o nome de Deus que é Jesus (Atos 22:16 - Col. 3:17 - Mat. 1:21-23 - João 1:1-3 v. 10 e 1)".
10.b - "... Cremos na singularidade de Deus em que cuja unicidade é patente conforme afirma a Bíblia
Sagrada".
10.c - "A base fundamental desta Igreja, é crer e ter fé em Jesus Cristo aceitando-o como único e
exclusivo Deus...".
No artigo 11, mencionam quatro finalidades da instituição, sendo as três últimas:
"Fazer notório o nome de Deus na terra o qual é Jesus. Fazer notória a Unicidade de Deus. Batizar as
almas, pecadores arrependidos, invocando o nome de Jesus".

No próprio estatuto é manifesto o batismo em nome de Jesus e o unicismo de Deus. No manual de batismo, apostila escrita pelo próprio fundador, a Instrução Inicial Pró-Batismo, na pergunta da questão 10: "Qual é o significado da palavra trindade? Responde da seguinte maneira: "a) Associação de três pessoas com pensamentos iguais; b) teoria religiosa de intenção carnal e diabólica com sentido de alimentar uma ilusão de satanás que teve a pretensão de pluralizar a plenitude da divindade; e c) decreto religioso por parte do clero no Conselho de Nicéia no ano de 325 d.C.".
As respostas às perguntas 11 e 13 são uma exposição do modalismo. Como, pois, vamos admitir que tais
pessoas cantem e preguem em nossos púlpitos ou até mesmo apresentem suas músicas em nossas igrejas
visto que zombam de nós?
Refutação bíblica do unicismo

O unicismo é contrário à doutrina dos evangélicos. O nosso Cremos, publicado em cada edição do Mensageiro da Paz, órgão oficial da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil - CGADB; diz no primeiro artigo de fé: "Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Deuteronômio 6.4; Mateus 28.19; Marcos 12.29".

Antes de tudo, é bom que se saiba que o nome "Deus" é uma polissemia (nome com mais de um significado), na Bíblia. Ele se aplica ao Pai sozinho (Filipenses 2.11), da mesma forma ao Filho (1 João 5.20) e ao Espírito Santo (Atos 5.3,4). Aparece na maioria das vezes, com referência à Trindade (Deuteronômio 6.4). Isso também ocorre com o nome Yahweh (Jeová ou Senhor, em nossas versões da Bíblia). Aplica-se ao Pai sozinho (Salmo 110.1), ao Filho (compare Isaías 40.3; Mateus 3.3), e ao Espírito Santo (Ezequiel 8.1-3). No entanto aplica-se à Trindade (Deuteronômio 6.4; Salmo 83.18).

A mesma Bíblia que ensina haver um só Deus, e que Ele é um só, ensina também que o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus. Isso não é trietísmo e nem unicismo, mas a Santíssima Trindade. A Trindade, portanto, é a união de três Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, em uma só Divindade, sendo iguais, eternas, da mesma substância, embora distintas, sendo Deus cada uma dessas Pessoas (Mateus 28.19; 1 Coríntios 12.4-6; 2 Coríntios 13.13; Efésios 4.4-6).

Jesus é o Filho do Pai (2 João 3) e não o próprio Pai. Basta uma leitura simples da Palavra de Deus, principalmente nos quatro evangelhos para se descobrir o absurdo dessa doutrina sabelianista. No batismo de Jesus são manifestas as três Pessoas distintas da Trindade - o Pai falando do Céu, o Filho saindo das águas do Jordão, e o Espírito Santo repousando sobre Ele (Mateus 3.16,17). Como os três podem ser uma só Pessoa? Nos evangelhos encontramos com freqüência Jesus fazendo menção do Pai como outra Pessoa. Muitas vezes se dirigia ao Pai em oração (João 17). Afirmar que o Pai e o Filho são uma mesma Pessoa é um disparate.

Jesus disse: "E na vossa lei também está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai, que me enviou" (João 8.17,18). Jesus está falando de duas Pessoas e não de uma. Ele afirmou que veio do Pai e voltava para o Pai (João 8.42; 16.5; 17.3,8). Mais de 80 vezes Jesus afirmou que não era o Pai.
Heresias ou questões secundárias?

Há quem afirme que se trata de uma questão meramente secundária, isso de ambas as partes. Nos Estados Unidos os unicistas são numerosos no Sul: Texas e Oklahoma; Sudoeste: Califórnia. Tanto lá como aqui, os unicistas são agressivos e não hesitam em chamar os evangélicos de diabólicos. No Brasil eles são muito poucos em relação aos Estados Unidos. Lá, os mais moderados diziam que Myer Pearlmann podia estar com o coração bem com Deus, mas que a cabeça estava cheia de confusão.6

Do nosso lado, há os que acham que esse problema não é grave, dizendo que o Espírito Santo não está preocupado com o sistema teológico, como o trinitiarismo e nem com o unicismo.7 Discordamos dessa posição, pois é o mesmo que dizer que o Espírito Santo não está preocupado com a verdade. A Bíblia chama o Espírito Santo de "Espírito da Verdade" (João 14.16,17; 15.26) e "o Espírito é a verdade" (1 João 5.6). Os dois sistemas teológicos, unicismo e trinitiarismo, são excludentes. Não é possível conciliar os dois. Um desses sistemas não é verdadeiro. O pentecostalismo deles não é prova suficiente de que sua doutrina seja aceita por Deus.

É verdade que a maioria dessas seitas modalistas diz-se pentecostais. Os católicos carismáticos também se consideram pentecostais. Convém lembrar que ninguém está autorizado a fundar doutrinas sobre experiências humanas. Isso porque a emoção caiu com a natureza humana no Éden (Jeremias 17.9); assim

não serve como instrumento aferidor da doutrina. Mesmo que as experiências sejam sobrenaturais, a Bíblia diz que Satanás se transfigura em anjos de luz (2 Coríntios 11.13-15); oferece, portanto, experiências espirituais falsas. Jesus disse que os falsos profetas são reconhecidos pelos frutos e não pelo sobrenatural. A Bíblia é a única fonte de doutrina; se o Espírito Santo não estiver preocupado com a verdade da Bíblia, cada um terá direito de pregar o que quiser.

A doutrina de Deus é o primeiro de todos os mandamentos (Marcos 12.29,30) e é uma questão de vida ou morte (João 17.3) e não uma alternativa. A Bíblia diz que negar o Pai e o Filho traz condenação (1 João 2.22,23). Os sabelianistas mutilam a personalidade do Pai e do Filho, com a doutrina das "manifestações", que é uma maneira camuflada de negar Jesus como o Filho de Deus (1 João 5.5,9). O "Jesus" dos sabelianistas não é o Jesus da Bíblia (1 Coríntios 11.4). O Jesus, portanto, cantado pelo Conjunto Voz da Verdade não é o mesmo Jesus nosso, revelado nas Escrituras Sagradas.
Refutação bíblica do batismo em nome de Jesus

A fórmula determinada por Jesus foi "em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo", quando disse: "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mateus 28.19).

Como explicar as quatro passagens no livro de Atos que fazem menção do batismo em nome de Jesus (Atos 2.38; 8.16; 10.48; 19.5)? Eles se valem dessas passagens para substanciar sua prática. A inconsistência dessa doutrina unicista é que essas passagens bíblicas não estão nos dando a fórmula batismal. A prova disso é que em Atos 2.38 diz: "Em nome de Jesus Cristo"; 8.16: "Em nome do Senhor Jesus"; 10.48: "Em nome de Jesus Cristo"; 19.5: "Em nome do Senhor Jesus".

As versões que seguiram o texto grego de Erasmo, Textus Receptus, trazem Atos 10.48: "Em nome do Senhor", como a Almeida Corrigida. Dessas quatro passagens três são diferentes, ou duas, dependendo da versão. Se elas revelassem a fórmula batismal, seriam iguais, pois uma fórmula é padronizada. Isso mostra que não se trata de uma fórmula batismal. Mostra que essas pessoas eram batizadas na autoridade do nome de Jesus, pela fé em seu nome.
O ocultismo

O Conjunto e seu pastor são irreverentes em seus shows e nada ortodoxos em suas apresentações, para o padrão das Assembléias de Deus. O outro problema é a presença sutil de louvores a deuses estranhos em algumas de suas músicas.

No dia 11 de maio de 1993, o Centro de Literatura Cristão enviou uma carta para o Ministério Voz da Verdade suspendendo a distribuição do material produzido pelo referido Ministério, até que o mesmo explicasse a evidência de louvores a deuses estranhos. A resposta foi dada pelo pastor da Voz da Verdade cinco dias depois dizendo que não precisava do CLC e que seria um favor o CLC não adquirir seu material: "Não precisamos do Centro de Literatura Cristã; vocês não fazem diferença; vocês e nada são a mesma coisa". Há diversos grupos que fizeram análises da letra dessas músicas e declaram que realmente existe esse outro lado do referido Conjunto.

Se realmente não há qualquer envolvimento deles com o ocultismo porque o pastor não procurou explicar a carta enviada pelo CLC? Essa indignação e descortesia do pastor da Igreja Voz da Verdade deixa seu Conjunto sob suspeita.
Notas finais
1 Diz Witness Lee: "Alguns teólogos tradicionais sustentam que as três Pessoas da Deidade não devem ser
confundidas, mas devem ser mantidas distintas e separadas todo o tempo" (A Economia Divina, p. 71).
2 Diz Witness Lee: "Portanto, o Filho é chamado Pai; e o Filho, que é o próprio Senhor, também é o

Espírito. Isso quer dizer que o Pai, o Filho e o Espírito são um" (A Economia de Deus, p. 50). Convém lembrar que a palavra Pessoa para Lee não tem o mesmo significado do Credo Atenasiano. Veja a ilustração da melancia feita por Lee (Op. cit. p. 53).
3 Declara Witness Lee: "O batismo faz-nos ter os pecados perdoados e receber o Espírito Santo" (Lições
da Verdade, p. 79). "O batismo é uma condição para a regeneração e a entrada no reino de Deus" (Op. cit.
p. 92).
4 Lee afirma: "O catolicismo romano e o protestantismo, assim como o judaísmo, estão nessa categoria,

tornando-se uma organização de satanás, como instrumento para danificar a economia de Deus" (Apocalipse Versão Restauração, p. 28). Na página 40 diz que cada denominação evangélica é uma apostasia (Op. cit. p. 40).
5 Defesa da Fé, janeiro - março, número 3. ICP, S. Paulo, p. 42.
6 Veja a refutação ao unicismo de Myer Pearlmann, Conhecendo as Doutrinas da Bíblia, Vida, S. Paulo,
1977, pp. 51, 52.
7 HORTON, M. Stanley, Teologia Sistemática - Uma Perspectiva Pentecostal. CPAD, Rio, 1996, p. 396.
Considero esse livro a obra do século, em matéria de teologia sistemática, ainda mais de autores
pentecostais.

Fonte: Defesa da Fé
Por, Esequias Soares da Silva (Pastor na Assembléia de Deus em Jundiaí (SP), teólogo, apologista
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Unicistas: Quem São Eles? No que creem e pregam? A igreja Voz da Verdade é unicista? Seita?

Dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estes três compartilham da mesma natureza e atributos; então, com efeito, estes três são o único Deus.

Há muitos cristãos evangélicos que consideram o movimento Pentecostal Unicista (também conhecido como "Só Jesus") como um movimento cristão evangélico. A realidade é que este movimento está muito longe de ser considerado como cristão; está mais para uma seita. Uma das definições teológicas de seita é: Qualquer grupo que se desvia das doutrinas fundamentais do cristianismo, como a Trindade, a divindade de Jesus Cristo e a salvação pela graça, através da fé em Jesus Cristo somente.

Os maiores grupos o melhores conhecidos que compõem o movimento Pentecostal Unicista são:

• Igreja Apostólica da Fé em Cristo Jesus
• Igreja Pentecostal Unida
• Igreja Pentecostal da Fé Apostólica
• Igreja Evangélica Cristo Vive (Miguel Angelo)
• Outros grupos independentes que também crêem na unicidade de Deus, como por exemplo, a Igreja Voz da Verdade, Pentecostal Unida do Brasil, Tabernáculo da Fé, Igreja de Deus do Sétimo Dia etc.

Os pentecostais unicistas negam uma doutrina fundamental do Cristianismo: a doutrina da Trindade.

Este artigo foi escrito exclusivamente para alertar ao corpo de Cristo acerca deste movimento sectário e demonstrar à luz das Escrituras como os Unicistas estão equivocados sobre a verdadeira natureza de Deus. Seguimos a orientação de Judas 3, que nos exorta a lutar ardentemente pela fé que uma vez por todas foi dada aos santos.


O ARGUMENTO UNICISTA


A doutrina unicista está baseada no entendimento de duas verdades bíblicas. Estas bases bíblicas são usadas como fundamentos sobre o ponto de vista que tem de Deus e Jesus Cristo. A primeira verdade bíblica é que há somente um Deus e que Jesus é Deus. Destas duas verdades, os Unicistas deduzem que Jesus Cristo é Deus em sua totalidade, sendo assim, Jesus tem que ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo, rechaçando a doutrina da Trindade.


O ARGUMENTO TRINITÁRIO

A Igreja, através dos séculos, sempre ensinou que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estás três pessoas compartilham da mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

A teologia unicista ensina que Jesus Cristo é o Pai encarnado, e que o Espírito Santo é Jesus Cristo também. Estes ensinamentos são o pilar da teologia unicista. Vejamos se esta noção está em harmonia com as Escrituras.


É JESUS O PAI?


Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Pai.

Isaías 9:6 – o "Pai Eterno"

Este versículo não ensina que Jesus é o Pai. O título "Pai eterno", refere-se ao fato de que Jesus é o Pai da eternidade; em outras palavras, Jesus sempre existiu (João 1:1); Ele não foi criado, não teve princípio (João 17:5).

O termo "Pai" não era o título que se costumava usar para dirigir-se a Deus no Antigo Testamento. Assim, este versículo não ensina que Jesus é o "Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo" (1ª Pedro 1:3); em outras palavras, Jesus não é seu próprio Pai.

João 10:30 – "Eu o Pai somos um"


Se Jesus houvesse querido dizer que ele é o Pai, haveria dito: "Eu e o Pai sou um" ou "Eu sou o Pai", que seria a expressão gramatical correta. Jesus não pode ser acusado de ter sido um mal comunicador.

"Somos" (gr. esmen), a primeira pessoa do plural. Jesus e o Pai são um em natureza e em essência, porque Jesus é Deus, como o Pai, mas não é o Pai.

João 14:8, 9 – "Disse Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Jesus respondeu: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê ao Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?"

Jesus NÃO disse a Filipe que era o Pai.

Jesus veio como representante do Pai; veio demonstrar-nos o caminho ao Pai (v.6). Em João 5:43, Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai [na autoridade do Pai, com as credenciais do Pai], e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome [em sua própria autoridade, com suas próprias credenciais; como o anticristo], a esse receberíeis".

Quantas vezes temos orado: "Pai, ajuda-me para que as pessoas te vejam em mim". Acaso isso quer dizer que quando as pessoas virem você, estarão vendo literalmente ao Pai? Certamente que não, nem tampouco você estaria realmente pensando nisso, mas sim, estaria pedindo que Deus o ajude a representá-lo corretamente diante das pessoas para que possam ver a Deus através de sua vida. Por isso Jesus disse a Felipe: "O que me viu, viu ao Pai", porque ver a Jesus, quem representou ao Pai foi como se estivesse vendo ao Pai. Mas Jesus NÃO estava dizendo que ele era o Pai.


QUE DIZ A BÍBLIA ACERCA DE JESUS E O PAI?


Jesus é referido como "Filho" mais de 200 vezes no Novo Testamento e nunca é chamado de "Pai".

Jesus referiu-se ao Pai mais de 200 vezes como alguém distinto dele.

Em mais de 50 versículos podemos observar o Pai e a Jesus, o Filho, lado a lado.

No Novo Testamento repetidamente encontramos expressões como estas:

Romanos 15:5-6 — "O Deus que concede perseverança e ânimo lhes dê um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo".

2ª Coríntios 1:3 — "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação..."

Filipenses 2:10-11 — "...Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai".

1ª João 1:3b — "Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo".

1ª João 2:1 — "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo".

2ª João 3 — Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, estarão conosco em verdade e amor".

No Evangelho de João, Jesus refere-se a si mesmo como enviado pelo Pai, mas nunca referiu-se a si mesmo como o Pai que enviou ao Filho.

O Pai enviou a alguém separado dele, chamado Filho.

1ª João 4:9-10,14 — "Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação por nossos pecados. (...) E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo".


É JESUS O ESPÍRITO SANTO?


Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Espírito Santo.

2ª Coríntios 3:17 — "Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade".

O texto não diz que "Jesus é o Espírito". Se a passagem dissesse isto, talvez os Unicistas tivessem um ponto forte, mas como não diz isto, eles assumem que a palavra "Senhor" se refere a Jesus Cristo.

O "Espírito" aqui é chamado de Senhor no sentido de identificá-lo com Javé (Jeová) ou Deus, e NÃO com Jesus, já que o versículo 16 diz: "Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado". Trata-se de uma referência a Êxodo 34:34: "Porém, vindo Moisés perante o SENHOR [Javé] para falar-lhe, removia o véu até sair; e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado".

O contexto sempre é que determina a quem se está referindo quando a palavra "Senhor" é usada. No versículo 17 a palavra "Senhor" está referindo-se a Javé e não a Jesus, já que o versículo 16 e todo o contexto assim demonstra.

Se os Unicistas estivessem sempre corretos ao interpretar "Senhor" como "Jesus", como ficaria Filipenses 2:11? O texto diz: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai". Seguindo a linha de raciocínio dos Unicistas, teríamos de concluir erroneamente que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Jesus...". Isto não é o que este versículo está dizendo, mas o que está ensinando é que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é Deus. Porém, não Deus, o Pai, porque no mesmo versículo diz que isso será feito "para a glória de Deus Pai".

Romanos 8:9 — "Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo".

Este versículo NÃO mostra que Jesus é o Espírito Santo. A única coisa que está dizendo é que se alguém não tem o Espírito que produz fé em Cristo e demonstra o caráter de Cristo ou seja "o Espírito de Cristo", ele não é parte do corpo daquele que morreu por nossos pecados. Ele é todavia controlado pela "natureza pecaminosa".

O versículo 11 faz distinção bem clara entre o Pai que levantou a Jesus dos mortos, o Espírito pelo qual Jesus foi levantado e Jesus, quem foi levantado. Não se pode ignorar a distinção de pessoas apresentada neste versículo.


QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE JESUS E O ESPÍRITO SANTO?

Mateus 12:31-32 — O texto fala da blasfêmia contra o Espírito Santo. A conclusão lógica que é extraída deste texto é que se a blasfêmia contra o Espírito Santo não vai ser perdoada, mas a blasfêmia contra o Filho vai ser perdoada, então o Filho NÃO é o Espírito Santo.

João 14:16 — O Espírito Santo é o "outro Consolador".

João 15:26 — Jesus enviou o Espírito Santo.

João 16:13 — O Espírito Santo demonstra humildade e busca glorificar a Jesus.

Depois de termos visto que Jesus não é o Pai nem tampouco o Espírito Santo, podemos nos dar conta de que os Unicistas têm um conceito equivocado da verdadeira natureza de Deus.

Se Jesus não é o Pai, mas é Deus, e o Pai não é Jesus e é Deus, e o Espírito Santo não é Jesus e é Deus e a Bíblia diz que somente há um Deus, então isto significa que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estas três compartilham a mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

Uma coisa é dizer "Eu não entende a doutrina da Trindade" e outra coisa é dizer que "a doutrina da Trindade é falsa", "pagã", "diabólica", "antibíblica". A Bíblia faz uma advertência muito forte para esta classe de pessoas quando nos diz: "...Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho. Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai" (1ª João 2:22b-23).


Colaboração: Por Ricardo Becerra

Fonte: www.cacp.org.br
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Pedra maia não anuncia fim do mundo em dezembro de 2012

A pedra do calendário maia, interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012, foi apresentada na Tabasco, no México, nesta semana.

Formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, a peça está incompleta.

"Em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar", enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.

Há uma inscrição com data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, "2012", foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse.

"No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico", explicou Romero.

A data gravada em pedra se refere, na verdade, ao Bactum 13, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br
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Quando será o fim do mundo? O mundo vai acabar em 2012? Profecia Maia esta certa?

Volta e meia nós ouvimos alguém gritar: O fim do mundo chegou! Na verdade, basta um cataclisma acontecer ou uma tragédia vir sobre parte da humanidade que muitos começam a advogar de que o mundo está prestes a acabar.

Foi assim com os Testemunhas de Jeová que anunciaram o fim do mundo para 1914; ou como os ”Borboletas Azuis“ de Campina Grande, na Paraíba que previram um dilúvio que marcaria o fim do mundo para 13 de maio de 1980; ou ainda como ocorreu no Japão onde um grupo responsável por um atentado no metrô de Tóquio previa o fim do planeta para 15 de abril de 1995.

A preocupação com fim o do mundo é coisa antiga. No reveillon de 999 muitos europeus aguardavam o apocalipse. A crença no fim do mundo no ano 1000 vinha de uma interpretação literal de um dos textos bíblicos, o Apocalipse de João. Ali se lê que ‘depois de se consumirem mil anos, Satanás seria solto da prisão“ para ”seduzir as nações do mundo". Ora, bastou na época o surgimento de um eclipse, de um incêndio inexplicável, de pragas agrícolas, do nascimento de um bebê monstruoso, da passagem de um cometa no céu, do relato da aparição de uma baleia do tamanho de uma ilha na costa francesa, da grande epidemia de 997, para que se interpretasse a proximidade do fim do mundo.

Há pouco a indústria cinemátográfica lançou no cenário mundial o filme 2012. A película baseia-se na crença Maia de que o mundo iria acabar em 2012. A teoria "maiana" revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável.

Pois é, a Bíblia nos ensina a ficarmos de olho nos sinais que antecedem a volta de Cristo, no entanto, existe uma enorme diferença entre observar o que acontece em nosso planeta e determinar o fim de todas as coisas.

Cristo nos chamou a pregar o Evangelho da Salvação Eterna e não nos tornarmos detetives miticulosos tentando descobrir o dia final do planeta.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Tem gente que se transformou em caçadores dos códigos esquecidos ou escondidos na Bíblia que apontam o data do fim do mundo. Infelizmente já teve até gente marcando a data da volta de Cristo! Ora, pessoas que agem desta forma correm o sério risco de tornar-se participantes ou dissiminadores de heresias destruidores provinientes de seitas infernais.

Somente o Senhor Todo-poderoso sabe quando será o dia final. Cabe a nós, vivermos o Evangelho, multiplicarmos nossos talentos, pregarmos as Boas Novas da Salvação aguardando com santa expectativa a volta do Senhor.
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Jesus é o arcanjo Miguel como dizem as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo Dia? Estudo Biblico

Recebi um e-mail de um testemunha de Jeová afirmando que Jesus é de fato, Miguel. Vou colocar algumas partes deste e-mail para depois responder cada uma delas.

E-mail : Prezado Sr. Alexandre Farias Eu li a sua matéria no jornal de Vossa Igreja , do mês de Fevereiro/08 pág. 11, sobre se Jesus é ou não é o Arcanjo Miguel, ao qual você procura refutar o argumento das Testemunhas de Jeová, que ensinam que os dois são a mesma pessoa; Eu gostaria de esclarecer o seguinte: Existe sim base bíblica para crer que Jesus e Miguel, o Arcanjo, são a mesma pessoa; não existe contradição, e que de forma alguma isso denigre ou rebaixa a pessoa de Cristo; as Testemunhas de Jeová reconhecem SIM sua autoridade, basta ler Filipenses 2: 9-11; portanto, levantar uma acusação dessas como o Sr fez, no mínimo reflete falta de conhecimento sobre as crenças das Testemunhas, preconceito e um certo rancor.


Em primeiro lugar, deixo claro que não tenho nenhum rancor e preconceito contra pessoas que não tem a mesma profissão de fé que eu, amo estas pessoas, mas eu não posso negar a Palavra de Deus. Tenho amigos testemunhas de Jeová e nunca desrespeitei ninguém colocando a minha posição diante deles.Sinto na obrigação de responder este e-mail.


Não existe base bíblica para dizer que Jesus é Miguel. Esta declaração é contraditória como muitas outras que existem nas publicações STV.

A prova de que não existe nenhum tipo de preconceito e rancor é que até a publicação da STV ( Sociedade Torre de Vigia)relatou em edições anteriores que Jesus não é Miguel. Então, se pratico a falta de conhecimento e atos preconceituosos, eu gostaria de pedir a sua reflexão sobre o que está escrito abaixo:


Watchtower – Novembro 1879 Pág. 48 :

Sua Posição é contrastada com a dos homens e dos anjos, sendo Senhor de ambos e tendo todo o poder no céu e na terra. Desde que assim é dito de Jesus, isto inclui Miguel, o chefe dos anjos, o que significa que Miguel não é Jesus, pois, enquanto Jesus pode ser adorado, os anjos não podem e adoram o próprio Jesus.”

(GRIFO MEU)


Veja que Russel, o fundador do movimento das Testemunhas de Jeová, não admite que Jesus é o arcanjo Miguel. Pelo contrário, diz que Miguel não é JESUS, por um principio básico: Jesus recebe adoração e anjos não podem ser adorados. Agora, como as Testemunhas de Jeová respondem a este fato que está relatado claramente em suas publicações?

Não seria uma contradição dizer que Jesus não é Miguel e depois voltar a dizer que Jesus é Miguel em uma de suas publicações? Se o corpo Governante recebe a revelação direta do céu, como dizem os Tjs ( Testemunhas de Jeová) como explicar tal fato contraditório? Ontem não era, hoje é?


Precisamos fazer uma reflexão sobre o que já foi escrito e o que está sendo escrito nas publicações da STV.


Se você é Testemunha de Jeová e nunca percebeu tal fato contraditório, pergunte ao ancião se é possível termos 2 posições contrárias dentro do corpo governante.

Eu apenas quero fazer com que o leitor deste blog venha a fazer uma reflexão sobre a posição do corpo governante que ensina que :


O corpo governante tem direções teocráticas ( Viver para Sempre Pág 195). Ensinam que ninguém pode entender a Bíblia sem a organização ( A Sentinela 01/06/1986, p. 327; 15/07/1983 p.27 ). Na revista sentinela 01/10/1972 – p. 581 – afirma que a STV e o profeta de Deus.

Pergunto: Se a revelação é divina e ninguém consegue entender a bíblia sem esta organização, porque mudaram o conceito sobre Jesus? Por que existem duas posições contrarias sobre Jesus? Será que podemos confiar nos ensinos da STV?


Segunda Pergunta do e-mail: Por que você não mencionou o texto de 1ª Tessalonicenses 4: 16, que ali diz claramente, que o Senhor ( se referindo a Jesus ) descerá com uma chamada, com voz de Arcanjo? Porque, sendo ele superior a todos os anjos, ele usaria a voz de um anjo inferior? Por que ele usaria outra voz, uma vez que ele mesmo disse em João 5:28 , que os mortos ouvirão sua voz ( a de Cristo ) e sairão?


Vamos a passagem bíblica :

I Tessalonicenses 4 v.16 :


"Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro."


Por falta de espaço (matéria que saiu no jornal evangélico Boas Novas IECP), não mencionei diversos textos que demonstram a diferença entre Jesus e Miguel, mas sinto na responsabilidade de citar as passagens que o autor pede em meu blog. Eu agradeço a Deus por este artigo ter sido lido por uma testemunha de Jeová e espero que outros seguidores também possam ler.


Existe um erro de interpretação quando alguém diz que o texto fala que Jesus descerá com voz de arcanjo. A passagem não diz que Jesus é arcanjo ou tem a voz do arcanjo, mas que o Senhor descerá com grande Brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus. Linguagem metafórica.


Este relato bíblico não apóia a idéia que a voz de Cristo tem o som da voz do arcanjo, mas Jesus irá descerá ao som da trombeta e ao som da voz do arcanjo. Isto demonstra que os anjos estão presentes no ministério de Jesus como sempre estiveram.


O ministério dos anjos em relação a Jesus é constante. Eles estiveram presentes no anuncio do nascimento de Jesus (Lc 2v.9-14), serviram Jesus no deserto (Mc 1v.13), no Getsêmani ( Lc22v.43), na ressurreição (MC 16v.5/ Mt 28v.2-3,5) e em sua ascensão (At 1v.10-11).

Porque eles não poderiam participar na segunda vinda de Cristo?

A bíblia demonstra diversas diferenças que possibilita o leitor entender que Jesus não é Miguel, mas eu quero lembrar de uma importante para esta ocasião: Jesus é adorado por todas as hostes celestiais e a bíblia nos ensina adorar somente a Deus. ( Lembro da primeira posição sobre Jesus da STV):


Hebreus 1. 1 -


"Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas,2 - nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo;


3 - sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas,


4 - feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.


5 - Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho?


6 - E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.


O mesmo texto ainda ressalta que os anjos nunca assentaram ao lado direito do Pai:


13 - Mas a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés?


14 - Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?


Miguel adora a Jesus e não é adorado. Jesus é adorado pelas hostes celestiais e está assentado a direita do Pai.


Atos dos Apóstolos, 7:55 : "Mas ele, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus,"Ninguém pode ser adorado se não Deus.

Veja passagem bíblica em Apocalipse 22v. 8-9

8 - Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.9 - Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.Jesus mesmo disse que só Deus poderia ser adorado.


A passagem da tentação de Jesus deixa claro 2 fatos importantes :


Que só Deus pode ser adorado e que os anjos o serviram.


Mateus4V. 8 - Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles;9 - e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares.10 - Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.11 - Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram.


Outro fator importante é que : Se Jesus fosse Miguel, porque ele não repreendeu o diabo quando disputava a respeito do corpo de Moisés?


Judas, 1:9 "Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda"


Se Jesus fosse Miguel, ele mesmo repreendia o diabo, mas isso não aconteceu, Miguel disse: “ O Senhor te repreenda”. Jesus nos ensinou a expulsar os demônios em seu nome e não em nome de Miguel.

Marcos16v.17 – “E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios...” Se Miguel fosse Jesus, ele mesmo expulsaria o diabo como já tinha feito anteriormente quando foi tentado no deserto.

Mateus 4 v. 10 - Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Acredito que a diferença entre Jesus e Miguel ficou clara.


E-MAIL: Por que você não esclareceu que a palavra Arcanjo, não significa só Anjo superior, mas também Anjo Principal? Porque você não esclareceu que essa palavra só aparece no singular na Bíblia, e nunca no plural, tornando claro que só existe um Arcanjo.


Dizer que arcanjo significa anjo superior ou anjo principal não expressa que podemos considerar que Jesus seja Miguel ou um arcanjo. Sabemos que existe uma hierarquia angelical. A palavra arcanjo não aparece no Antigo Testamento, mas Miguel sim.


Ele é relacionado em Daniel 10v.13 “... Miguel, um dos primeiros príncipes...” .


Veja que a palavra não está no singular, mas um dos primeiros príncipes. Então,devido a um contexto bibliológico, não é possível querer singularizar a palavra arcanjo se a pessoa de Miguel aparece ligada ao plural no Antigo Testamento. Tanto na passagem de - I Ts 4v.16 e Jd 9 - a palavra usada é “ARCHANGELOS” no grego, que significa “um dos primeiros príncipes” .
A palavra ‘principados’ também tem o prefixo “arche” que é o prefixo de arcanjo. A bíblia não afirma que só exista apenas 1 arcanjo e que não exista outros arcanjos.


O prefixo ‘arché” é usada em Romanos 8 v.38


38 -" Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades,

39 - nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.


Aqui, temos uma informação importante – Os principados, “arché” – prefixo de arcanjo - esta no plural e não no singular. Se os principados não podem separar ninguém do amor de Deus que está em Jesus, nós temos duas pessoas distintas – Jesus e Principados.


Tomando a idéia do autor do e-mail como “verdadeira” que o arcanjo é um anjo principal, chego a conclusão que Jesus e arcanjo tem características diferentes. como perdoar pecados (Ap. 1v.5). Arcanjo perdoa pecados? Foi um arcanjo que morreu na cruz? Outra característica é ser Criador de todas as coisas, dar subsistência em toda criação,até os seres angelicais foram criados pelo próprio Jesus.


Colossense 1v. 16-17
16 - porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele.

17 - Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas;Jesus é o criador de todas as coisas.


Qual é a passagem bíblica que demonstra Miguel criando e dando subsistência a qualquer coisa? Qual a passagem que demonstra que existe apenas 1 arcanjo?


Pergunto: Existe mais do que um Jesus?


Daniel 10v.13 :

Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.

20 - Ainda disse ele: Sabes por que eu vim a ti? Agora tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.

21 - Contudo eu te declararei o que está gravado na escritura da verdade; e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe.


Então, esta passagem apenas nos afirma que Miguel atua contra hostes demoníacas. Não afirma que Jesus veio para ajudar.


13 - Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.Outro fator importante é que Miguel é príncipe, mas a Bíblia registra que Jesus que é conhecido como Cordeiro, também é Senhor dos Senhores e Rei dos Reis.

Apocalipse 17v. 14 14 -

Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis.

I Timoeto 6
14 - a que guardes este mandamento sem mácula e irrepreensível até a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo;

15 - a qual, no tempo próprio, manifestará o bem-aventurado e único soberano, Rei dos reis e Senhor dos senhores;


Então, existe diferença entre Príncipe e Rei.


Em Apocalipse 12 v. 7-8, não existe nenhuma diferença. Ele também luta contra o dragão e seus anjos que não prevaleceram. Agora, a passagem não diz que eles foram lançados na prisão. Ela diz que eles foram precipitados na terra.


Veja a passagem abaixo: Apocalipse 12 v.7-9
7 - Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam,8 - mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu.

9 - E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele.


A batalha relatada no texto acima, não comprova que Jesus é Miguel. Ela é uma referencia da queda de Satanás e que Miguel se opôs a ele.


E-MAIL: Por que você não esclareceu que na Bíblia, aparecem tanto a expressão "Miguel e seus Anjos" ( Apoc. 12: 7 ) como "Jesus e seus Anjos " ( 2ª Tessalonicenses 1:7 ) ? Como não pode haver dois exércitos celestiais, um comandado por Jesus e outro por Miguel, torna-se evidente que os dois são a mesma pessoa.


Não temos dois exércitos, mas apenas 1 exercito. Miguel é liderado por Jesus, todos os anjos, arcanjos, querubins e Serafins são liderados e controlados por Jesus. Dizer que a expressão, “Jesus e seus anjos”, e , “Miguel e seus anjos’, demonstram dois exércitos já é forçar a interpretação.


Se um General diz : “O meu exercito ”, e um sargento diz : “ Os meus homens estão no quartel” , e se os dois fazem parte do exercito Brasileiro, isto quer dizer que o Brasil tem dois exércitos?

Se Miguel faz parte do exercito de Deus, e ele possui um alto comando, não quer dizer que ele está acima de Jesus. A bíblia nos orienta que cada um tem o seu lugar e suas características, ou seja, não são a mesma pessoa. A frase apenas nos orienta quem está no comando aquele momento.


E-MAIL: Por que você não esclareceu que Daniel 11:40 quando fala do tempo do fim, diz que Miguel por-se-á de pé, Daniel 12:1, ou seja, vai executar o julgamento de Deus contra a humanidade; e esta passagem, está relacionada com o que diz Apocalipse 19:11-16, quando menciona a execução do julgamento da humanidade por Jesus?


Vamos ao texto - Daniel 12v.1: “Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for.”


O texto afirma que Miguel é príncipe e não que ele é Jesus. Já o texto de Apocalipse, expressa a pessoa de Jesus e traz as referências ao que já coloquei neste artigo.


A diferença entre Miguel e Jesus Miguel é conhecido como Príncipe, mas na passagem de Apocalipse 19v.11-16 demonstra a pessoa de Jesus. Nesta passagem, Jesus não é o Príncipe, mas Ele é chamado de Rei dos reis e Senhor dos senhores, ele traz suas vestes salpicadas de sangue – referência ao seu sacrifício vicário na cruz do calvário, Bem diferente de nomes dados a Miguel.


Apocalipse 19v. 11- 16: 11 - E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça.

12 - Os seus olhos eram como chama de fogo; sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.

13 - Estava vestido de um manto salpicado de sangue; e o nome pelo qual se chama é o Verbo de Deus.

14 - Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.

15 - Da sua boca saía uma espada afiada, para ferir com ela as nações; ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso.

16 - No manto, sobre a sua coxa tem escrito o nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores.


São pessoas distintas e com características diferentes

CONCLUSÃO: Jesus e Miguel não são a mesma pessoa. Acredito que as testemunhas de Jeová não entendem a pessoa de Cristo por não considerarem Jesus como deveria ser considerado.


Jesus não foi criado por Deus, mas Ele cria e da subsistência a sua criação.

Volto a relatar I Colossenses 1 v. 16-20:

16 - porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele.

17 - Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas;


Nesta passagem, a Palavra de Deus nos afirma que Jesus é anterior a “todas as coisas”.


O problema doutrinário é que muitas pessoas não sabem diferenciar o Criador da criação. A bíblia afirma que Jesus é o criador e é Deus.
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Respostas as Duvidas Biblicas - Estudos da Biblia | by TNB ©2010